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Arquivo do mês: agosto 2012
Postado em: 30 de agosto de 2012 - Publicado em Moda Masculina

O Mick Jagger dos programas de auditório do começo dos anos 1960 ainda não rebolava e Keith Richards não passava de um guitarrista branquelo metido a Chuck Berry. O figurino usado pelos líderes dos Rolling Stones era sóbrio: terno cinza bem-cortado, gravata preta alinhada e bota Chelsea. Não que eles não fossem malucos. Já eram. Mas ainda não haviam mergulhado no armário da contracultura. Quem os ensinou a se vestir decentemente foi Brian Jones, o guitarrista, antes de morrer – chapado de heroína e álcool – afogado na piscina da sua casa, em 1969.

E, nos anos 1970, decentemente era algo como a Baby Consuelo bem antes da atual fase messiânica – lembra dela coberta de plumas, paetês, rendas e tafetás? Pois é, mais Brian Jones impossível. O visual de Jagger, influenciado por Jones, tornou-se tão andrógino e colorido que uma revista sueca, assustada com tanta novidade, chegou a publicar uma matéria jurando que ele havia feito “uma operação de mudança de sexo”.

Passados 50 anos de carreira, Jagger é hoje o personal trainer do grupo. Tem 69 anos, mas as medidas de seu guarda-roupa continuam as mesmas. Há tempos trocou as sandálias bicho-grilo por tênis aeróbicos. Mas não perdeu o rebolado. É comum vê-lo no palco vestido como se estivesse pronto para uma aula de jump. Se bem que o único que talvez o acompanhasse num footing é o guitarrista Ron Wood, 65 anos, o outro tiozinho animado do grupo. O que poucos sabem é que Jagger abandonou os estudos na conceituada London School of Economics para assumir os vocais dos Stones. Aliás, por causa dessa formação, é ele quem controla as finanças da banda que já vendeu mais de 200 milhões de álbuns em toda a carreira.

Keith Richards personifica como ninguém a imagem de rock star. Mesmo aos 68 anos, é possível vê-lo com um cigarro pendurado no canto da boca enquanto toca guitarra com os olhos fechados. Muitos consideram um milagre que ainda esteja vivo, já que seu envolvimento com as drogas sempre beirou o insustentável. A dependência de heroína o levou a ser internado várias vezes e quase o matou na década de 1980. Mas, se hoje a loucura se atenuou, o guarda-roupa continua idêntico. Veste-se como se estivesse num show de Jimi Hendrix em Woodstock, em 1969.

Curado do vício, Keith e seu estilo peculiar chegaram a participar do filme Piratas do Caribe. Ele interpretou o pai de Jack Sparrow, personagem de Johnny Depp. Aliás, Johnny Depp se inspirou em Keith Richards para compor o pirata bêbado e desmiolado da franquia, o maior personagem da sua carreira. Ícones, cada um com seu estilo, Jagger e Keith já estrelaram campanhas de grandes marcas, como a Maison Louis Vuitton, em 2008.

O baterista Charlie Watts sempre foi o mais velho (71 anos) elegante e discreto do quinteto. Além dos Stones, ele tem uma banda de jazz chamada Charlie Watts Tentet, que se apresentou no Brasil no começo do ano. Em 2004, com um câncer na garganta, passou por quimioterapia e se curou. Charlie é uma raridade no meio em que vive: está casado com a mesma mulher há 45 anos. Em uma entrevista lhe perguntaram como foi ter passado tantos anos vendo a bunda do Mick Jagger no palco, ao que respondeu: “Ele é fantástico ao vivo, não é? Para mim, só existiram três pessoas tão boas ao vivo: James Brown, Michael Jackson e Mick Jagger”. Tímido, ele prefere a discrição de sua bateria – e a sobriedade de seus ternos.

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Postado em: 28 de agosto de 2012 - Publicado em Dicas

Se você é daqueles que insistem na mesma combinação na hora de se vestir para ir trabalhar ou assiste pacientemente a mesma cena de seu marido ou namorado frente ao guarda-roupa, esta reportagem vai pôr um fim ao seu drama matutino. Com algumas dicas, os dois sairão da mesmice.

Cada local de trabalho exige um grau de formalidade, mas mesmo em ambientes casuais é possível manter a elegância se regrinhas básicas forem seguidas.

Em ambientes descontraídos, como agências de publicidade e escritórios de arquitetura, o jeans escuro é o indicado – deixe os modelos surrados para fins de semana. Combine com camisas xadrezes ou estampas leves. A consultora de estilo Marcia Jorge sugere que a calça jeans pode ser mais seca, ou seja, de modelagem justa, assim como a camisa, que vai por dentro da calça. Para acompanhar, aposte no blazer. “Experimente a peça aberta, em tweed (tecido de textura áspera feito de lã), camurça ou couro.”

No pé, mocassim ou sapatênis sem cadarço completam o look. Opte por modelos clássicos e monocromáticos, e fique atento às meias. “As meias devem combinar com a calça quando o sapato não é preto. Em sapatos pretos, meias devem ser da mesma cor”, ensina a consultora de moda Bia Kawasaki. Se precisar carregar pertences, uma opção charmosa é a bolsa carteiro.

O comprimento da calça também requer atenção. “Cuidado para não deixar uma sanfona no peito do pé”, adverte Bia. E os cintos podem ou não combinar com o sapato – vai depender do grau de formalidade do look. Nos informais, dispense a coordenação. Nos looks formais, combine os dois acessórios.

Formalidade
Em ambientes formais, como escritórios de advocacia, por exemplo, não dá para fugir do terno e gravata. E haja criatividade para fazer uma combinação diferente a cada dia.

A primeira preocupação é verificar o caimento no corpo. Veja se a costura da manga passa rente ao fim do ombro. É importante ter liberdade de movimento. As mangas, aliás, podem ser até um dedo e meio mais curtas do que a camisa que está por baixo, para um pedacinho do punho aparecer. O comprimento da barra deve ser rente ao chão, medida sem sapato. Só então, é hora de prestar atenção nas meias: “As meias devem ser compridas o suficiente para que, ao sentar, escondam a pele.”Quanto aos botões, os paletós têm geralmente três, e seguem uma regra: abertos ao sentar; fechados ao levantar.

Para combinar cores, uma dica é dar preferência aos tons escuros: preto, cinza, azul-marinho. Evite contrastes grandes entre camisa e gravata se você não é dos mais ousados para não errar. No famoso casual day, é só deixar de fora gravata e paletó. O resto, permanece igual.

Ternos
Confira as dicas para não errar na combinação:

Terno bege
+ camisa de listras/xadrez bordô ou vermelha
+ gravata fantasia bordô
+ meia marrom
+ sapato e cinto marrons

>>+ camisa de listras/xadrez azul + gravata azul-marinho
ou fantasia + meia azul marinho
+ sapato e cinto marrons

Terno cinza
>>+ camisa branca ou azul-clara
+ gravata nos tons de azul
+ meia marinho
+ sapato preto
+ cinto preto

+ camisa branca + gravata nos tons de vermelho
+ meia preta
+ sapato preto
+ cinto preto

Terno azul-marinho esportivo
>>+ camisa branca
ou azul
+ gravata estampada
+ meia marinho
+ sapato e cinto marrons ou mocassim e cinto pretos

+ camisa branca ou azul
+ gravata marinho
+ meia marinho
+ sapato preto
+ cinto preto

ARLINDO GRUND
O stylist e apresentador do “Esquadrão da Moda” Arlindo Grund enumera itens essenciais para o homem elegante:

“O homem é elegante a partir da atitude. Não adianta estar bem-vestido e agir de maneira que não condiz com o look”

“Num ambiente muito formal, não ouse. Opte por ternos mais sóbrios. É o caso de advogados e executivos.”

“Se você é punk, use uma pulseirinha mais discreta. Se tem tatuagens, cubra-as, nem todo lugar aceita esse tipo de adorno”

“Para inovar, eu indico o blazer de linho ou sarja para combinar com calça jeans. O paletó de ter

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Postado em: 23 de agosto de 2012 - Publicado em Dicas

O blazer é um tipo de jaqueta parecida com um casaco, mas com um corte mais casual – às vezes com bolsos e botões. Geralmente é uma peça que dura por alguns anos, por conta do tecido usado. Estilisticamente, blazers, muitas vezes são peças de vestuário de uniformes, por exemplo, para os clubes escolares, iatismo, remo e companhia aérea.

Blazers são usados com grande variedade de outras roupas, que vão desde uma camisa e gravata para uma camisa aberta no pescoço pólo. Eles são vistos com calças de todas as cores, a partir do algodão branco clássico ou de linho, de flanela cinza, de chinos marrom ou bege, bem como jeans.

E cá entre nós, ter um blazer no guarda-roupa é ter um coringa!


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Postado em: 22 de agosto de 2012 - Publicado em Campanhas

A grife catarinense de moda masculina Beagle apresenta sua campanha de verão 2013 com criteriosa seleção de peças e imagens que devem despontar na temporada de calor que se aproxima. Sob o sol e mar de Fernando de Noronha, a marca traz uma coleção pautada pelo clima de viagem e aventura que, por meio de fotos e vídeos, deve tomar conta de outdoors, anúncios em revista, redes sociais e pontos de venda.

As imagens da campanha de verão 2013 deixam transparecer uma coleção marcada pelo conforto e casualidade. Os pontos altos aparecem nas diferentes t-shirts, bermudas e calças. Nesse primeiro item, vê-se o cuidado com a elaboração de diferentes decotes – careca, V, U, portuguesa etc – em variados tamanhos. A cartela de cores surge democrática com tons que vão dos pastéis e terrosos até os vivos turquesa, laranja, vermelho, amarelo, rosa, roxo entre outros. As cores também invadem o universo das calças, com modelos em cores verdes, por exemplo. O índigo, contudo, continua dominando esse segmento – em variações ora mais claras, ora mais escuras. As modelagens surgem regular, slim fit e skinny. Opções de lavagens e efeitos (como estonados, used e destroyed) também dão o tom dos bottons. Outros beneficiamentos e acabamentos, caso dos jeans amaciados, resinados ou com amassados 3D em toda a peça são outras propostas dessa temporada.

O lado sofisticado da temporada surge na forma de polos e camisas. Em ambos modelos, observa-se especial atenção a acabamentos e revestimentos de golas e punhos. Enquanto no primeiro, encontramos influências da camisaria, brasões e referências aos esportes de elite; no segundo, a Beagle investe em diferentes malhas, caso do tricoline fio 40, voil e fil a fil. Amaciamentos, costuras contrastantes com malhas também aparecem com força. Os xadrezes revisitados surgem em inúmeras variações, como o vichy. Vale destacar que esse tipo de estampa também é vista em bermudas – a exemplo de uma cargo (foto esquerda) que desconstrói seu caráter militar e assume ares mais requintados.

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Postado em: 21 de agosto de 2012 - Publicado em Camisas, Dicas, Homem

A camisa polo masculina fugiu das quadras de tênis para as ruas no final da década de 20 com seu precursor, o tenista René Lacoste, por esbanjar conforto, elegância e praticidade, desde então nunca mais a camisa polo saiu do guarda roupas dos homens. Saiba de forma simples como vestir as roupas certas para criar um estilo mais moderno e chamar a atenção da mulherada pelo seu bom gosto. Sim, porque mulher nenhuma resiste a um homem bem vestido, cheiroso e inteligente que a faça sorrir. Siga nossas dicas sobre moda masculina e a parte do “bem vestido” ficará ok, pois nós te ajudamos.

Dicas para usar Camisa Polo

A camisa tem seu papel como o clássico mor do guarda roupa masculino e a polo segue essa pegada te dando uma possibilidade de várias combinações para sair por aí lindo e tudo de bom para o deleite das mulheres. A camisa polo de manga curta junto com calça jeans e tênis fica informal e te acompanham ao trabalho, se a etiqueta do office permitir. A polo listrada pode fazer par com bermuda e mocassim ou se preferir com sandálias de couro.

Já a de manga longa é ideal para o inverno ou para o ano todo se onde você trabalha o ar condicionado é bem frio. Uma dica para ficar mais atual é misturar a camisa polo listrada com uma camisa xadrez e por cima uma jaqueta jeans, cuide para as cores das listras não ficarem duelando com as do xadrez, olhe no espelho antes de sair de casa para ter certeza de que ficou legal.

Dê uma ajeitada na gola e puxe um pouquinho para cima se quiser ficar mais cool. Se você faz o estilo Geek e já caprichou nos óculos para garantir seu ar mais nerd possível, escolha uma polo que faça seu estilo e combine com um jeans mais surrado ou se for para uma reunião importante vá com uma calça mais escura, sem esquecer do tênis. Homens, aproveitem bem as camisas polos e garantam o estilo que as mulheres adoram.

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Postado em: 20 de agosto de 2012 - Publicado em Dicas

Infelizmente, escolher altura não é uma opção genética ainda. Se fosse, todos nós, incluindo os altos, iriam querer uns centímetros a mais. Mas azar de quem é baixinho, o mundo da moda não pensa muito neles quando cria roupas. Não sintam-se ofendidos: pensem em quantas foram as calças que você teve de fazer bainhas ou dobrar por serem muito longas. Mas isso não é o fim do mundo na hora de escolher boas roupas.

A dica básica para homens de baixa estatura é tentar parecer mais alto. Isto não é questão de insegurança ou insatisfação com o próprio corpo: é noção básica de que os padrões de moda são bem rígidos e temos de nós adaptar. Algumas dicas ajudam nesse ponto:

1 – Mantenha uma boa postura. Sente-se com sua coluna ereta e mantenha o pescoço erguido. Uma postura ruim além de dar a impressão de que você é mais baixo, te mostra inseguro.
2 – Cabelos curtos funcionam melhor para homens baixos. Os cabelos longos tendem a esconder seu pescoço e ombros, dando a impressão que seu corpo e cabeça são apenas uma parte só em seu corpo, não ajudando na idéia de parecer mais alto.
3 – Mantenha a forma. Homens fortes tendem a parecer mais largos e imponentes. Alguns músculos, ombros bem definidos podem ajudar a adicionar alguma altura em sua estatura.

Dicas básicas de estilização

- Prefira Listras Verticais: Tudo que estenda sua estatura é bom. Por exemplo, listras verticais ajudam a te fazer parecer mais alto. Fuja de camisas xadrez e/ou coloridas.
- Use Apenas Uma Cor: Usar camisas e calçar na mesma cor impede que sua estrutura natural fique quebrada, dando a ilusão de que você é mais alto.
- Opte Por Tons Escuros e Tecidos Leves: Cores escuras, especialmente o preto, tendem a ter um efeito emagrecedor, alongando homens mais baixos. O mesmo funciona para tecidos leves. Tecidos mais pesados tendem a te fazer ganhar volume e parecer mais baixo.
- Um Bom Ajuste é Fundamental: É importante que suas roupas sirvam perfeitamente. Roupas mais folgadas podem te dar uma aparência atarracada. Opte por algo mais justo do que algo folgado.

As roupas que farão todo o trabalho

- Sapatos: Sapatos que tenham solas altas, solados mais grossos, botas plataforma (se você gosta desse visual diferente) e qualquer tipo de calçado que adicione uns centímetros em sua altura. Busque sapatos mais volumosos, que não darão a impressão de que você tem pés pequenos.
- Camisas: Evite usar blazes e cardigãs com mais de três botões. Eles trarão uma atenção indesejada para a parte superior pequena de seu corpo. Tenha certeza de que seus blazers  e jaquetas caem levemente abaixo de suas nádegas, dando a aparência de um corpo um pouco mais alongado. Tente evitar ternos com muitos butões mas, se optar por um, abotoe a todos isso alonga um pouco sua estatura total. Usando uma jaqueta esportiva, tenha certeza de que há o mínimo de contraste possível entre sua jaqueta e suas calças, mantendo as linhas verticais naturais. Em termos de suéteres e camisetas, a gola em V faz seu torso parecer mais longo. A gola olímpica, ao esconder seu pescoço, dá a aparência atarracada ao seu corpo. Busque opções que fiquem mais justas ao corpo, mantendo em mente que colocar acamisas para dentro enfatizará suas pernas e torso, te deixando baixinho. Fazendo as compras, lembre que diminuir o tamanho de uma camisa é mais fácil do que reduzir o tamanho da manga. Portanto, tenha certeza de que as camisas encaixem perfeitamente sobre seus ombros e corpo e então, você pode ajustar o tamanho das mangas.
- Calças: Calças muito altas nunca, apenas levemente acima da cintura. Evite também calças com cintura baixa, mesmo que estejam na moda, pois tendem a dar a impressão que suas pernas são menores do que já são. Evite qualquer volume perto das cintura: você tem que parecer mais alto, não mais gordo. Suas calças devem terminar em seus sapatos cobrindo suas meias, passando a imagem de pernas mais longas. Se você não encontrar calças que sirvam apropriadamente, mande fazer sob medida ou visite uma loja especializada.
- Acessórios: Evite gravatas borboletas. Sempre. Gravatas normais com desenhos em padrão diagonal ou em cor única são perfeitas. Use um nó discreto e sem muito volume. Quando comprar um cinto, lembre que este pode ser ajustado ao adicionar mais furos. Aqueles sem furoes é melhor ainda para um vestimento perfeito. Aqui de novo a seção de adolescentes e lojas especializadas pode ser uma boa opção.

Lembre-se que, no final de tudo, o propósito não é parecer o mais alto que conseguir, mas ficar o mais bonito possível. A roupa certa e o estilo certo podem fazer você ficar muito bem, independentemente de sua altura.

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Postado em: 18 de agosto de 2012 - Publicado em Esporte Fino, Homem

Muitos homens se assustam ao receberem convites para festas, se sentem inseguros sobre como se vestir nessas ocasiões. Das menos formais às mais sofisticadas, muitas vezes vem especificado o tipo de traje adequado que deve ser usado. Esporte, esporte fino, passeio, passeio completo, social, gala, black tie, traje à rigor… São muitos nomes e muitas exigências! Para evitar constrangimentos e desesperos, hoje vamos falar sobre o traje esporte fino ou passeio, o traje mais comum especificado em eventos sociais.

Mas a descontração não dispensa regras, no caso do esporte fino você deve optar basicamente por roupas sociais e o famoso blazer. Recomenda-se o uso de Calças sociais ou de brim (nunca jeans!) com camisas de tecido de botão e um blazer. As camisas podem ser lisas, terem listras bem claras ou um xadrês bem miúdo. Não é estritamente necessário usar gravata, apesar de que muitos homem não a dispensam nessas ocasiões, podendo optar pelas mais divertidas e informais. Você pode optar até por camisas de gola rolê caso esteja frio. Elas são extremamente elegantes quando usadas com blazer. Os blazers atuais não são somente aqueles clássicos do terno, podem ter vários botões cruzados, gola mais chamativas, cores diversas, embora para o Esporte fino as cores indicadas são os clássicos preto, azul marinho ou marrom.

Quanto ao cinto, a cor deve ser de preferência a mesma que a dos sapatos. Um cinto fino, de fivela discreta não provoca erro!

Para finalizar o visual, o sapato social não é dispensado. Deve-se optar pelos sapatos sociais de bico menos fino e mais redondo, pois não são tão formais e sofisticados quanto os de bico fino. Alguns homens, geralmente mais jovens e mais modernos, gostam de lançar seu diferencial no calçados. Alguns obedecem todo o traje social mas subvertem usando tênis, o que pode cair muito bem. Os modelos adequados são os mais clássicos e baixinhos, tais como all-star e keds, nunca devem ser usados aqueles tênis de corrida gordos com aqueles amortecedores à mostra.

Após essas dicas, vista-se e boas comemorações!

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Postado em: 16 de agosto de 2012 - Publicado em Acessórios, Homem, Moda Masculina

O cardigã é uma peça injustiçada. Tem extrema relevância no guarda-roupa masculino, mas muitos o consideram coisa de vovô ou opção de moderninhos. A verdade é que sempre será um clássico – e indispensável na vida de um gentleman. Como todo bom clássico, volta e meia ganha uma modernizada ou repaginada. A cada troca de coleção há novidades: abotoamento duplo, listras ou xadrez, golas em forma de xale… No verão, as versões de algodão ou de tricô mais leve entram em campo.

Esse grande coringa vestiu Sean Connery em Os Intocáveis, que combateu a máfia com um modelo de lã cinza. David Beckham sempre vai de cardigã quando quer um visual no meio do caminho, nem tão arrumado, nem tão largadão. E Daniel Craig, que carrega a elegância de James Bond, também está aí para confirmar a relevância da peça.

Se você ainda tem dúvidas sobre como usá-lo, vamos resolver de uma vez essa questão. O cardigã substitui aquele tricô de sempre, dá graça ao look e vai bem dentro e fora do escritório. A combinação costume, cardigã, camisa e gravata tira a mesmice em dias mais frios. Fora do trabalho, combine-o com camisetas lisas e camisas casuais, com ou sem gravata, jeans ou calça de sarja. Ele resolve o problema do ar condicionado do cinema, substitui o blazer em momentos informais, deixando você alinhado. Ainda não é adepto? Comece comprando um modelo básico, cinza ou azul, que combinará com todas as suas roupas. E não esqueça, use o último botão sempre aberto.

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Postado em: 16 de agosto de 2012 - Publicado em Camisas

A Seleção Brasileira não tem tido camisas à sua altura. Os últimos dois uniformes inovaram na mesma medida que desagradaram. Primeiro, uma faixa horizontal no peito completamente inexplicável. Agora, um detalhe grande demais nas mangas. O acerto veio nesta quarta-feira (15), no amistoso contra a Suécia. Os brasileiros vestiram uma camisa azul de algodão, numa belíssima réplica da utilizada na decisão da Copa do Mundo de 1958.

Às vésperas da decisiva partida que lhe daria o primeiro título mundial, o Brasil descobriu que não poderia usar a camisa amarela, mesma cor do uniforme dos suecos, os donos da casa. Paulo Machado de Carvalho, o chefe da delegação brasileira, saiu às pressas para resolver o problema. Mas que cor seria adotada? Verde, branco ou azul? A terceira opção, por ser o tom do manto de Nossa Senhora, teria dito o dirigente. Mito ou não, a história foi tomada como verdade.

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Postado em: 14 de agosto de 2012 - Publicado em Alfaiataria

A profissão de um alfaiate vem de longe. Definida como umas das mais antigas do mundo,o termo em inglês tailor existe desde 1297. Nessa época,a palavra definida a profissão como “cortador de tecidos”. Já a palavra em português vem do árabe alkhayyát,do verbo kháta que significa “coser”. De uma forma ou outra,o papel do alfaiate como conhecemos agora surgiu junto com a tão falada moda.

No começo dos tempos,o homem se vestia para cobrir e proteger o corpo.Não se preocupava com a estética,e sim com as mudanças climáticas e com o ambiente em que vivia.Chegando o início das sociedades,o tecido que o homem estava vestindo definia o seu staus social – os guarda-roupas dos burgueses fazia parte dos bens da familia.O tecelão trabalhava juntamente com o fazendeiro e o tecido ia direto para as mãos da dona de casa. Nessa época, as roupas eram feitas em casa mesmo, e só depois do renascimento,com uma preocupação maior em mostrar as formas do corpo, que o homem passou a dar valor tanto ao corte de uma roupa quanto ao tecido usado em sua construção. A partir daí, não era mais qualquer um que conseguiria confeccionar sua própria peça de roupa.

Era preciso um estudo maior do corpo humano e mais de uma pessoa envolvida no processo. Foi quando o papel do alfaiate cresceu – antes sua importância era a mesma que a de um tecelão.

O alfaiate precisava ter conhecimento de todo o processo de criação da roupa – mais ou menos o que esperamos de um estilista nos dias de hoje. Ele sabia quais ovelhas criar para conseguir a lã certa,direcionava o tecelão, sabia o valor que cada tecido tinha e entendia perfeitamente todas as proporções do corpo humano. Além disso, o alfaiate tinha contato direto com seus clientes e acabava fazendo parte de circulos sociais restritos e invejados por outros comerciantes e o trazia para mais perto da corte. Com isso , vinham grandes responsabilidades. Nessa época , o trabalho de um alfaiate não permitia erros. Se uma peça saísse errado, o alfaiate tinha que pagar multas equivalentes a dez dias de trabalho e a peça poderia ser confiscada.

Com a ascensão de Luís XVI, o rei sol , a França virou o centro da moda. Era lá que tudo acontecia. A corte representava as primeiras passarelas e , assim como o rei a elite passou a ostentar toda a sua riqueza nas roupas que usava. Brocados, dourados, bordados e pedrarias tomavam conta das vestimentas. Tudo que se vestia lá era copiado pelo resto do mundo – menos na Inglaterra. Por motivos políticos, a moda do rei sol não pegou tão forte na sociedade britânica. Na verdade, tudo o que eles queriam era exatamente se destinguir da corte britânica.

Alguns anos se passaram e a revolução industrial apareceu. A partir daí, o foco se voltou para um grupo boêmio londrino que, como uma forma de rebeldia, havia trocado as perucas brancas pelo cabelo cortado e os broncados e veludos por tons sóbrios de lã . Foi nessa época que surgiram os dândis, trazendo a alfaiataria – terno e gravata – como conhecemos hoje a tona. Foi o ponto de partida para londres virar uma referencia de alfaiataria , virar um símbolo para a moda britânica e mundial.

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